Distúrbios como cólica menstrual, dores de cabeça e enxaqueca ocorrem com frequência durante o período menstrual para a maioria das mulheres. Para muitas, a incidência das crises é mensal e algo previsível e esperado - E é essa expectativa que gera uma certa passividade no comportamento feminino diante desses males. As mulheres ainda esperam a dor se instalar por completo para tomar providências. Ao contrário do que se pensa, a paciente não deve esperar a dor tomar conta dela e incapacitá-la para fazer uso da medicação. “Quanto mais rápido o tratamento for ministrado, mais brevemente ele ajuda a interromper a crise”, explica a Dra. Maria Celeste Osorio, professora de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Presidente da Sociedade Brasileira de Climatério (SOBRAC). Uma pesquisa1 feita pela Sanofi em todas as regiões brasileiras, revelou que, quando fazem uso de medicação para dor, as mulheres buscam alívio imediato. O acompanhamento evolutivo de um ginecologista de confiança pode ser decisivo para ajudar a reduzir a frequência de crises. “Quando o médico conhece o histórico da mulher, ele pode prescrever o uso de medicação como preventivo”, esclarece ainda a Dra. Maria Celeste. É importante ressaltar que recomendação clínica é a ingestão do medicamento acompanhada de uma pausa para potencializar a ação, pois a agitação e o estresse são fatores desencadeantes.
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