segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Quem se preocupa com a prevenção de doenças como Alzheimer e Parkinson deve se certificar de que os seus treinos estão intensos o suficiente., ou precisa começar a se mexer. A recomendação vem de cientistas da Universidade McMaster, no Canadá, que publicaram recentemente um trabalho apontando os benefícios da atividade física para a memória.

O estudo foi publicado pela revista científica Journal Cognitive Neuroscience e acompanhou, durante seis semanas, 95 homens e mulheres adultos, que foram divididos em três grupos. Um praticou apenas exercícios físicos, o outro combinou malhação com treinamento cognitivo e o terceiro manteve-se sedentário e não fez procedimentos para aguçar a mente. 

De acordo com o site da revista Boa Forma, especialistas avaliaram as alterações que ocorriam na performance física e na memória dos participantes. Nos resultados apareceram que quem praticou 20 minutos de atividade intensa ao longo do período de avaliação teve melhor desempenho na capacidade de guardar fatos, imagens e experiências. Isso se mostrou ainda mais relevante quando patra um tipo de memória que nos permite distinguir informações novas das antigas.

Outro efeito que foi percebido foi um aumento de uma proteína responsável pelo crescimento, funcionamento e sobrevivência de células cerebrais. "Isso explica a relação já estabelecida entre exercícios aeróbicos e melhor desempenho acadêmico", analisa Jennifer Heisz, autora da investigação.

Segundo os pesquisadores canadenses, o trabalho revela a importância de levar uma vida ativa, principalmente no que diz respeito a conquistar uma vida melhor no futuro. "Na terceira idade, esperamos ver benefícios em indivíduos com problemas de memória causados por demências", diz Jennifer.   






Fonte: Holofote

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