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Acusado de matar menino Joaquim é preso na Espanha










O técnico em TI Guilherme Longo, acusado 
de matar o menino Joaquim em 2013, foi preso
em Barcelona, na Espanha, nesta quinta-feira (27),
segundo o promotor de Justiça Marcus 
Túlio Nicolino. De acordo com o representante
do Ministério Público, as informações foram
confirmadas pela Polícia Federal e a prisão
 foi realizada por volta das 6h.
Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, foi 
encontrado morto no Rio Pardo, em Barretos (SP),
 em novembro de 2013, depois de desaparecer
 de sua casa em Ribeirão Preto (SP).
Acusado pela morte, o padrasto da criança 
sete meses após conseguir um habeas 
corpus e deixar a penitenciária 2 de 
Tremembé (SP).
"Ainda não temos a informação se foi a 
Interpool [Polícia Internacional] ou a polícia 
da Espanha. Mas tudo partiu do Brasil".
O advogado de defesa de Guilherme Longo, 
Antônio Carlos de Oliveira, disse que soube, 
por meio da família do acusado, que ele foi 
preso na Espanha e deve chegar ao Brasil 
em dois dias. Segundo ele, o técnico em TI 
será encaminhado diretamente para o 
Presídio de Tremembé (SP), onde já esteve
 preso, sem passar por Ribeirão Preto.
Ele também nega ter mantido contato com
 Longo desde o ano passado, bem como 
desconhecer como ele viajou para a Europa.
 "As circunstâncias da prisão, como ele deixou
 o Brasil e entrou na Espanha, eu não tenho 
essa informação", disse.

O caso= O corpo de Joaquim foi encontrado

no Rio Pardo, em Barretos (SP), em novembro

de 2013, cinco dias após o menino desaparecer

da casa onde morava com a mãe, o padrasto

e o irmão, no Jardim Independência, em Ribeirão.

o menino, que sofria de diabetes, com uma alta
 dose de insulina, e jogou o corpo em um córrego
próximo à residência da família. Longo foi indiciado
 por homicídio triplamente qualificado.
na época da morte do garoto apontou ausência
de água no organismo, o que descartaria a suspeita
de afogamento, mas não identificou outras substâncias.








Em liberdade, a mãe do menino, Natália Ponte
é acusada de ter sido omissa em relação à 
segurança do filho, por saber que Longo era
 agressivo e havia voltado a usar drogas na
 época da morte do garoto.
Preso em Tremembé (SP) desde janeiro 
de 2014, Longo obteve um habeas corpus 
da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça
 de São Paulo (TJ-SP), que considerou 
excessivo o prazo do processo.
A liberdade provisória, no entanto, estava
 sujeita a obrigações, como o comparecimento
 à Justiça periodicamente, e a proibições, como
 deixar a cidade. Ele também deveria ter 
permanecido em recolhimento domiciliar
 no período noturno e nos dias de folga 
de trabalho.
Todas as testemunhas do caso já foram 
ouvidas pela Justiça, que deve definir se o
 caso vai a júri popular.











Durante o tempo em que Longo esteve foragido,
 o promotor de eventos Arthur Paes, pai da 
criança,espalhou outdoors para tentar localizar o acusado.



Fonte: G1

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