- Sinto que este ainda é um assunto difícil, mas eu não vejo problema em falar. Cresci em uma família em que eu tenho a irmã mais especial no mundo (devido à paralisia cerebral é cega e não fala, elas se comunicam por beijos e abraços) e sempre fomos educadas a celebrar tudo o que é único - disse Delle Donne.
- Não foi difícil para mim poder ser quem eu sou. Eu espero sinceramente que outros possam viver da forma que for melhor também. Se for para eu ser usada como um modelo para inspirar outras pessoas, por mim, tudo bem - completou.
Embora sempre tenha sido pressionada a revelar a sua orientação sexual, Elena nunca havia se sentido confortável para conversar abertamente sobre o assunto. Os seus fãs que a acompanham nas redes sociais, no entanto, já sabiam. Muito ativa, principalmente, no Instagram, a jogadora de 26 anos costuma postar fotos do seu dia a dia com a namorada e os seus cachorros em Chicago.
- Quem me conhece, sabe que a Amanda faz parte da minha vida. Não tenho por que esconder. Estou muito feliz, vamos casar.
Elena e a noiva Amanda se conheceram na faculdade de Delaware, em Newark, onde a jogadora estudou de 2008 a 2013. Sobre o pedido de casamento com a presença de um de seus cachorros de estimação, ela brincou que o animal não poderia ficar de fora.
- Ele tinha que participar, não é? Afinal, ele é muito mais importante do que a gente (risos).
Delle Donne desembarcou no Rio de Janeiro nesta quarta-feira e freia a ansiedade para a estreia contra o Senegal, neste domingo, às 12h (de Brasília), pelo Grupo B da Olimpíada. Líderes do ranking mundial, as atuais campeãs olímpicas e mundiais estão hospedadas em um barco ancorado no Píer Mauá, no Centro da cidade. Os Estados Unidos buscam nos Jogos a sua sexta medalha de ouro consecutiva e vêm de uma sequência de 41 vitórias, desde a medalha de bronze em Barcelona 1992, há 24 anos.
Fonte: GE
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