Na terça, o Conselho aprovou, por 11 votos a 9, parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) pela cassação do mandato de Cunha. A palavra final sobre o mandato do parlamentar cabe agora ao plenário. O presidente afastado é acusado de quebra de decoro parlamentar por ter, segundo o parecer mentido sobre a existência de contas no exterior em depoimento à CPI da Petrobras, em 2015.
Em nota publicada após a votação, Cunha diz que "o processo tem nulidades gritantes" e que vai recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele afirma ter "absoluta confirança" de que reverterá a decisão e que é inocente da acusação de mentir à CPI.
O despacho do presidente interino abrindo o prazo para recursos foi feito após o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo, comunicar que o processo de Cunha no colegiado já se encerrou.
Fonte: G1
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