O governador Jaques Wagner
comentou, após coletiva nesta segunda-feira (19), em Salvador, o sequestro de uma promotora e uma juíza ocorrido
no bairro da Pituba, na capital, na quinta-feira (15). O governador afirmou que
acompanhou as informações do crime e que a polícia trabalha no intuito de
localizar o mais rápido possível os respossáveis pelo sequestro das vítimas.
"Conversei no feriado com o
chefe do MP Estadual [Ministério Público], Wellington César Lima Silva, e
evidentemente com o secretario da Segurança Pública [Maurício Barbosa].
Acompanhamos todas as informações e estamos com várias operações na rua para
prender os responsáveis por esse crime, por esse absurdo. Aconteceu, elas
estavam saindo de um bar por volta de 21h30 e foram assaltadas primeiro por
dois, depois se incorporou mais um, e ficaram 12 horas, fizeram compras com os
cartões delas, roubaram coisas. Eu só tenho a me solidarizar com as pessoas que
sofreram isso e dizer que a gente não vai esmorecer nesse combate e nessa
banalização da vida", disse.
Uma promotora foi violentada
sexualmente após sofrer um sequestro relâmpago, juntamente com uma juíza, na
noite de quinta-feira (15), em Salvador. Segundo as informações da polícia, a
promotora, que trabalha em uma cidade do interior da Bahia e a juíza, que é de
outro estado do país, estacionavam um veículo para se deslocar a um bar no
bairro da Pituba, quando foram abordadas pelos suspeitos, que entraram no carro
e iniciaram o sequestro.
De acordo com a polícia, em seguida, os sequestradores liberaram a juíza e levaram a promotora no carro. A polícia informou que ela foi estuprada na madrugada de sexta-feira (17). As vítimas foram ouvidas na 16° Delegacia Territorial, da Pituba. O caso é investigado com o auxílio de agentes do Comando de Operações Especiais (COE) e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil.
De acordo com a polícia, em seguida, os sequestradores liberaram a juíza e levaram a promotora no carro. A polícia informou que ela foi estuprada na madrugada de sexta-feira (17). As vítimas foram ouvidas na 16° Delegacia Territorial, da Pituba. O caso é investigado com o auxílio de agentes do Comando de Operações Especiais (COE) e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil.
Fonte: G1

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