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Filha de Bola usa camisa com foto do pai e de cães, mortos em 2010


A filha de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Middian Kelly dos Santos, chegou ao Fórum de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, vestindo uma camisa em homenagem ao pai e aos cães dele, que morreram em 2010. Durante a fase de inquérito, o primo do goleiro Bruno, Jorge Rosa, que era adolescente à época, disse que Eliza foi morta na casa de Bola, em Vespasiano, esquartejada e seus restos mortais foram jogados aos cães. Bola, junto com o goleiro Bruno Fernandes, Luiz Henrique Ferreira Romão – o Macarrão, Dayanne Rodrigues e Fernanda Gomes de Castro são julgados por júri popular pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio.
Em 7 de julho de 2010, os cães do ex-policial foram recolhidos da casa dele para serem avaliados pela Vigilância Sanitária da Prefeitura de Vespasiano, e foram levados ao Centro de Zoonozes de Belo Horizonte. A polícia procurava provas a respeito da veracidade do depoimento do adolescente. Dos dez animais recolhidos, três morreram até o dia 26 do mesmo mês. A morte foi atribuída a parvovirose. A família de Bola chegou a pedir à polícia para reaver os animais.
O adolescente, após relatar à polícia que Eliza foi esquartejada por Bola e os restos mortais jogados aos cães, desmentiu esta versão da execução. Ele disse que bolou a história porque seu pai cria cães, e teria apontado o ex-policial como um dos suspeitos do crime porque já o conhecia e sabia que ele também criava cachorros.
Júri
Familiares do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, um dos acusados do crime, carregavam na manhã desta segunda-feira (19), uma faixa com frases como: "Marcos, sentimos sua falta" e "acreditamos na sua inocência".
Os réus serão julgados por um grupo de sete pessoas, formado por cidadãos maiores de 18 anos residentes em Contagem (MG), sem antecedente criminal ou parentesco com os acusados. Eles são sorteados um a um ao início da sessão entre 25 pessoas previamente escaladas. A juíza Marixa pediu também que suplentes estejam à disposição.
A defesa de cada réu, e em seguida a acusação, podem recusar três jurados sem justificativa na medida em que vão sendo sorteados, até formar o Conselho de Sentença. Os sete jurados ficam confinados até o final do julgamento e não podem conversar entre si sobre o caso. A acomodação e alimentação são custeadas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que prevê um gasto de R$ 35 mil com o júri.
Fonte: G1

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